sexta-feira, 4 de março de 2011

Desenvolvimento e Sustentabilidade.

UE crê em redução de 25% de CO2 europeu com economia de energia.


A Comissão Europeia acredita que a União Europeia possa reduzir em 2012 suas emissões de dióxido de carbono (CO2) em 25% só cumprindo seu objetivo de economia energética para esse ano (uma melhora na eficiência de 20% com relação a 1990), indicaram à agência de notícias Efe fontes comunitárias.

A ideia está no "Mapa de caminho para uma economia baixa em carbono em 2050", que a comissária europeia de Ação pelo Clima, Connie Hedegaard, apresentará em 8 de março e à qual teve acesso a Efe.

A nova estratégia prometia lançar luz sobre o dilema europeu entre manter para 2020 seu objetivo de corte de emissões de CO2 em 20% e elevá-lo até 30%, mas, longe de esclarecer os termos, desvia a atenção em direção à necessidade de fazer mais em matéria de eficiência energética.

O documento garante que a oferta da UE de chegar a 30% em sua redução de emissões, se outros países fizerem esforços similares, "segue na mesa".

O texto afirma que, para alcançar o outro grande compromisso comunitário em matéria de emissões (corte entre 80% e 95% para 2050), será necessário alcançar até 2030 uma redução de 40% com relação aos níveis de CO2 de 1990.

Por outro lado, só com o compromisso alcançado pela UE de 20% mais eficiência do ponto de vista energético até 2020, seria possível alcançar uma diminuição de 25% das emissões poluentes.

Notícias.

Recifes de coral podem desaparecer até 2050, alerta estudo.

















Os recifes de coral podem desaparecer de todo o planeta até 2050 se não forem tomadas medidas urgentes para protegê-los das ameaças --da pesca excessiva ao aquecimento global.


A advertência foi feita nesta quarta-feira no informe "Reefs at Risk Revisited", realizado por pesquisadores e grupos de conservação ambiental dirigidos pelo comitê de especialistas World Resources Institute (Instituto de Recursos Mundiais).


O aquecimento dos mares, causado pela mudança climática; a acidificação dos oceanos, obra da contaminação por dióxido de carbono; o transporte marítimo, o desenvolvimento costeiro e os resíduos agrícolas são as principais ameaças aos recifes de coral, além de permitir a economia e subsistência de milhões de pessoas.


"Se isto não for controlado, mais de 90% dos corais estarão ameaçados até 2030 e quase todos os corais vão estar em perigo até 2050", assinala o informe.


"As pressões locais sobre os recifes, como a pesca excessiva, o desenvolvimento costeiro e a poluição, representam a ameaça mais direta e imediata para os recifes de coral de todo o mundo e colocam em perigo, a curto prazo, mais de 60% dessas coloridas florestas marítimas", adverte o estudo.


O impacto da mudança climática --uma ameaça mundial para os corais-- somente agrava as pressões locais.


Extraído de editado de: < http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/879908-recifes-de-coral-podem-desaparecer-ate-2050-alerta-estudo.shtml >

Notícias.

Anti-inflamatório Ibuprofeno reduz o risco de Parkinson.



Os adultos que tomam regularmente ibuprofeno, um anti-inflamatório, têm 27% menos riscos de desenvolver a doença de Parkinson, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira.
"Não há remédio para a doença de Parkinson, então a possibilidade de que o ibuprofeno, um medicamento relativamente não tóxico, possa ajudar a proteger contra esta doença é apaixonante", afirmou o médico Alberto Ascherio, professor de epidemiologia e nutrição da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard (Massachussets, nordeste), um dos coautores da pesquisa.
O Mal de Parkinson é uma doença neurodegenerativa que causa rigidez muscular, dificuldade para iniciar movimentos, falta de equilíbrio e lentidão nas ações voluntárias.
Os neurologistas consideram que o ibuprofeno reduz a inflamação no cérebro que poderia contribuir para o desenvolvimento da doença.
O estudo foi publicado na versão on-line da revista Neurology, da Academia americana de neurologia. Os pesquisadores analisaram os dados médicos provenientes de 98.892 enfermeiras e de 37.305 homens, também profissionais de saúde.


Extraído e editado de: < http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4970869-EI8147,00-Antiinflamatorio+ibuprofeno+reduz+risco+de+Parkinson.html >

quinta-feira, 3 de março de 2011

Charges do dia.



Notícias.


Relatório da WWF diz que a humanidade já consome 50% mais recursos do que a Terra consegue oferecer.


Perda, alteração e fragmentação de habitats, exploração de espécies selvagens, poluição e mudança do clima são as principais ameaças

Nos últimos 40 anos, o consumo excessivo dos recursos naturais cresceu a um ritmo acelerado e hoje já consumimos 50% mais do que a capacidade de renovação do planeta, seja em ar limpo, água potável, terra ou recursos naturais e agrícolas. O resultado desse excesso é a perda da biodiversidade mundial, que chegou a 30% no período.

Os dados são da edição de 2010 do Relatório do Planeta Vivo, da Rede WWF, publicada mundialmente na quarta-feira (13/10). Produzido a cada dois anos, o levantamento mede a saúde de quase 8.000 populações de mais de 2.500
espécies. 

A pegada ecológica, um dos indicadores da devastação ambiental utilizados no relatório, mostra que a demanda da humanidade por recursos naturais duplicou desde 1996 e, atualmente, utilizamos o equivalente a um planeta e meio para sustentar nosso estilo de vida. Se continuarmos a viver além da capacidade do planeta, aponta o relatório, até 2030 precisaremos de uma capacidade produtiva equivalente à exploração de dois planetas.  

Segundo o relatório, os ricos demandam mais recursos, mas a degradação e a conseqüente perda da biodiversidade são mais acentuadas nas regiões tropicais – como o Brasil –, que também são as mais pobres, onde houve uma queda de 60% das espécies de plantas e animais. 

Segundo o relatório, nas regiões temperadas (e mais ricas), houve uma recuperação de 29% das espécies, graças, em parte, ao aumento dos esforços de conservação da natureza e a um melhor controle da poluição e do lixo.

“É alarmante o ritmo da perda de biodiversidade que se verifica nos países de baixa renda, em sua maioria situados  nos trópicos, enquanto o mundo desenvolvido vive num falso paraíso, alimentado pelo consumo excessivo e elevadas emissões de carbono”, alerta Jim Leape, diretor geral da Rede WWF. 

O documento aponta a perda, alteração e fragmentação de habitats, a exploração excessiva de espécies selvagens, a poluição e a mudança do clima como os principais fatores que ameaçam a biodiversidade.

Clique aqui para ler a versão completa do relatório.


Notícias.


"Bloqueio" de gene pode levar a tratamento contra câncer.

Os cientistas do Centro Integral do Câncer na Universidade de Michigan identificaram um possível tratamento para um tipo agressivo de câncer de próstata, segundo um artigo publicado nesta quarta-feira pela revista Science Translational Medicine.
Um gene chamado SPINK1 poderia ser para o câncer de próstata o que o HER2 se tornou para o de mama (ele deixa o tumor mais "agressivo"), segundo os cientistas. Da mesma forma que o HER2, o SPINK1 se encontra somente em um pequeno subgrupo de cânceres de próstata, em cerca de 10% dos tumores.
No entanto, o gene é o alvo ideal para um anticorpo monoclonal, do tipo Herceptin, que combate o HER2 e melhorou muito o tratamento deste tipo agressivo de câncer de mama. Neste ano, 217.730 pessoas nos Estados Unidos serão diagnosticadas com câncer de próstata e 32.050 morrerão pela doença, segundo a Sociedade Americana do Câncer.
"Já que o SPINK1 pode surgir na superfície das células atraiu nossa atenção como um alvo terapêutico", explicou o autor do estudo, Azul Chinnaiyan, diretor do Centro para Patologia Translacional de Michigan, e investigador no Instituto Médico Howard Hughes.
"Demonstramos que um anticorpo que 'bloqueia' o SPINK1 poderia tornar mais lento o crescimento dos
tumores de próstata em ratos que tiveram reação positiva para a proteína SPINK",disse Chinnaiyan, 


Notícias.

Governo acelera importação para pesquisa; espera chega a 6 meses.



O Ministério da Ciência Tecnologia lançou nesta quarta-feira um sistema para tornar mais rápida a liberação de material de pesquisa importado nos terminais de carga de aeroportos. A Receita Federal vai publicar uma norma amanhã, tornando prioritário o tratamento das mercadorias voltadas à pesquisa. A demora na liberação das mercadorias é uma antiga queixa dos pesquisadores, que aguardam até seis meses pela autorização para utilizar enzimas, células, animais transgênicos e outros tipos de materiais biológicos trazidos do exterior.

O modelo, chamado CNPq Express, determina que as cargas deverão ter um selo específico e um termo de responsabilidade, assinado pelo pesquisador, com validade de seis meses. Com isso, o pesquisador não terá de encaminhar um termo a cada importação, como é o procedimento atual.